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Desafio a Engenheiros e Projetistas: TURBINA POR GRAVIDADE

Hoje, estamos cedendo espaço na Fábrica do Projeto ao nosso colega Murilo Luciano Filho. A algum tempo ele nos apresentou um projeto muito curioso e interessante. Estamos publicando seu projeto aqui para que você, que não possui medo de quebrar paradigmas, ajude a questionar, comentar, esclarecer! Acompanhe na íntegra seu projeto, suas considerações e o desafio que nosso colega oferece a Você! (PARTICIPE: UTILIZE O COMENTÁRIO DO POST (Fim da Página) PARA EXPRESSAR SUA OPINIÃO E SEU PONTO DE VISTA)

Por Murilo Luciano Filho

Pessoal, ninguém gosta de ser desafiado, mas todos gostam de vencer um, certo?

E aqui está um dos bons e bem aproveitáveis desafios da mecânica fina! Um problema atual do século XXI, mas que poderia ter 600 anos, ou bem mais!

Você é o convidado a resolver um belo caso e ser extremamente útil... não se trata de nenhum truque, ou quebra-cabeças barato!

Você é convidado a colaborar e usar seu talento... e com uma única condição: sem histeria, sem axiomas e totalmente sem hipóteses teóricas...

Venha com tudo, mas venha com uma descritiva racional e pragmática... com sua opinião técnica pessoal independente! Você é muito bom numa simulação e modelagem? Quer montar uma tese? Seja bem-vindo!

Sabemos há tempos que este tipo de coisa, pelas leis físicas, não funciona. Mas até agora ninguém conseguiu explicar porque uma ‘turbina por gravidade’ conforme agora exposto e concebido, não é possível! Lembre-se de que a gravidade é uma coisa e que aqui se trata de um jogo de variação espacial... a variação de massa é conseqüência!

Outro nome é ‘Fracionamento e Reposição Constante de Massa’, ou FRCM, ou ‘avalanchedrive’. Nomes pretensiosos? Seja convidado a construir, ou a destruir, mas com a sua inteligência!

A sua compreensão do conceito é muito importante, portanto tente seguir a seqüência da matéria apresentada! Se Você não entender ao raciocínio, não conseguirá julgar por si mesmo.Qualquer duvida poderá ser discutida e esclarecida! O autor, o seu desafiante, dispõe de muitos, muitos, argumentos! Mas Você com certeza encontrará alguns outros!

A roda inferior - caso Você tenha alguma duvida relacionada a momentos e cargas – deverá ser considerada com 22 pontos de atraque, desde que as outras proporções gerais sejam mantidas.

As variantes de layout são infinitas, mas a aparência destes desenhos é principalmente esquemática e facilitadora do entendimento. Repare bem como a ‘velocidade de reposição’ surge proporcional e naturalmente pelo contorno, ou perímetro, da roda inferior.

Tudo que esta’ sendo mostrado é sério, limpo, sem pegadinhas e oficialmente de completo domínio publico.

Nada será comparável à emoção que você sentirá quando sacar do que realmente se trata e da utilidade do seu trabalho!

Ah, sim! Outra coisa! O autor tem certeza de que a coisa não trava... ao contrario, ele tem certeza de que ela, sob efeito de ‘g’,dispara...dai a necessidade de um certo tipo de carga...

EXPLICAÇÃO DO MECANISMO

FRACIONAMENTO E REPOSIÇÃO CONSTANTE DE MASSA

Murilo Luciano Filho
muarilou@uol.com.br

O esquema abaixo leva à concepção de um corpo, segmentado e articulado, que possa ser comparado consigo mesmo em duas condições diferentes: aberto e fechado, e quanto às grandezas relativas ao espaço longitudinal ocupado e peso relativo, conforme cada condição de confinamento.

Este corpo a que podemos chamar de lagarta, ou corrente, deve ser mantido vertical e contido lateralmente por guias, ou trilhos, apresentando variados pesos longitudinais , sempre conforme seu estado de abertura, ou da separação dos seus vértices. As guias, ou trilhos verticais, permitem que os conjuntos, estando livres, possam correr livremente para baixo, sob gravidade, ou para cima, contra a gravidade, impondo potencial ou resistência com sua massa.

Para facilitar a compreensão, uma lagarta hipotética: poderá ter 60kg por metro linear na condição recolhida, ou compactada, e 30kg por metro linear quando expandida, apresentando um desbalanceamento de 50%, se o parâmetro escolhido para a comparação for a ocupação longitudinal. No esquema acima, na balança, aparece outro exemplo de composição em que, com os pesos iguais, variam as alturas, ou as densidades volumétricas relativas.
O entendimento correto do sistema requer uma seqüência de três composições. No próxima imagem abaixo, no esquema ‘’A’’, vemos uma coluna da lagarta comprimida e canalizada, atracada a uma roda dentada e fixa, pelos vértices do lado direito. A lagarta flui, por gravidade, enquanto os ângulos dos seus vértices esquerdos são abertos e travados – observe as travas ‘’automáticas’’.

No esquema ‘’B’’,  repete-se o fluxo de ‘’A’’, mas com a formação de um ângulo de 135° em relação à vertical. A abertura dos ângulos nos vértices à esquerda é natural, pela conformação semi-circular da lagarta em sua ‘’queda’’. Os vértices da direita assumem uma reta ao serem liberados da roda dentada. Desconsiderando-se a aceleração, o movimento cessa ao ser alcançado o equilíbrio entre as concentrações de massas nas duas colunas.

Em ‘’C’’ observa-se basicamente o mesmo comportamento em ‘’A’’ e ‘’B’’, mas fica bem mais evidente o direto confronto entre as massas dirigidas pelas colunas (Na determinação do diâmetro da roda dentada poderão ser escolhidas dimensões favoráveis à aplicação de forças diferentes, já que esse diâmetro simula o mecanismo dos fulcros de uma báscula simples).

Fica fácil a verificação de que os pesos de cada lado ao se equalizarem terão alturas diferentes, onde a lagarta expandida manterá maior cota, em relação direta. Por exemplo, a coluna à esquerda terá 1 metro com peso 100 e a da direita, teoricamente, 2 metros com o mesmo peso 100.

A queda da coluna contraída, como um êmbolo, poderá ser arranjada e será diretamente aumentada ao ser expandida no perímetro da roda, por força de queda, proporcional ao desbalanceamento inicial.

O esquema elíptico abaixo mostra como ficaria o dispositivo da hipótese ‘’C’’ se houvesse uma derivação da coluna mais leve, ou menos densa, para a esquerda, ‘’realimentando’’ o potencial maior...

O autor opina que o sistema irá disparar sem interrupção e por ação da gravidade, a ponto de que seja necessária a colocação de uma ‘’carga’’ no eixo da roda dentada, inferior.

Qualquer técnico é convidado a opinar sobre onde, e porque, irá haver o travamento desse sistema em fechado em elipse.

A foto a seguir mostra somente uma parte da lagarta de 120 kg, referente ao primeiro protótipo. Observar as articulações repetitivas e as travas de armação das aberturas. Cada um dos vértices é formado com pesos duplos, como se fossem pequenos halteres.

Murilo Luciano Filho

muarilou@uol.com.br

Algumas Imagens:

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59 thoughts on “Desafio a Engenheiros e Projetistas: TURBINA POR GRAVIDADE

  1. Cara, essa discussão é ridícula!

    Ec=(mv^2)/2 =>Energia cinética
    Ep=mgh =>Energia potencial
    U + Ec + Ep = Q + W =>Balanço de energia
    (Uf Ui) + (Ecf Eci) + (Epf Epi) = Q + W =>Balaço de energia para um sistema fechado
    W=trabalho
    Q=calor

    W=0 Q=0 na condição ideal de tua máquina!
    então a soma das energias é igual! Final e inicial!
    Isso é básico de qualquer curso de engenharia… Termodinâmica

    Em 1750 (um bom tempo atrás né?) já se sabia que máquinas cíclicas contínuas eram impossível tanto é que o órgão de registro de patentes na França (que era o centro do mundo na época), que não me recordo o nome, passou a nem mais avaliar tais absurdos! NEM MAIS AVALIAR !!!! ISSO EM 1750!!!!

  2. escrevi poucos dias atras com poucos detalhes sobre em que acreditar ou desacreditar na ciencia e na fisica , vou dizer a minha maneira de pensar , esistem as leis da termodinamica um e dois que proibem nós uzarmos de maneira diferente mão que as leis estejam eradas mais a maneira de como poder usar essas leis , foi feito um estudo numa unercidade aqui mesmo no brasil sob re a alavanca de archimedes que conprovam a veracidade do que archimedes disse ele só presizava de um ponto de apoio para mover o mundo mais esse movimento para no ponto de apoio , ate hoje ningem dis ser capais de dar movimento continuo a esta alavanca sem que chegue no ponto de apoio e pare . porem esiste sim uma maneira de dar continuidade a essa alavanca sem perder o movimento e a força que ela produs tenho um prototipo montado que conprova que podemos usar uma força inicial para produzir força final bem superior Ex. uma rotação inicial sera a mesma rotação final desse alavancamento só que produzira a quantidade de força que quizer sem perca de movimento ou rotação tem muitos igual a mim por ai que acreditam em certas leis mais podem ser usadas de,aneira diferente até não saber-mos outra maneira de fazer as coisas a primeira maneira permanese até não achar-mos a segunda eu acredito que tudo pode ser mudado certas coisas foram feitas no tempo de cada um e acreditavam que nada poderia mudar vamos criar só assim vão saber que eziste um DEUS que e o criador de tudo e todos para ele não eziste ciencias ou fisica tenho certeza disso não podiamos voar e voamos
    nunca iria-mos a lua e fomos
    uma coisa e verdade existe dois lados de cada pagina é só olhar

  3. sou adimirador de pessoas que não tem medo, de espresar suas opinioes faço pesquizas sobre movimento por força de gravidade e estou bem satisfeito com oque ja descobri para os seticos acredito que logo logo eles terão suas desepeções acreditem

  4. Está mais para moto-perpétuo.

    Nesse esquema aí você considera o lado direito sob efeito de gravidade e lado esquerdo com sua intensidade reduzida pela metade.

    A diminuição da densidade longitudinal não proporciona reação direta apenas na roda dentada superior, mas também na inferior.

    Impossível

    1. Yuri,
      a classificaçao ‘moto perpetuo’ alem de muito dramatica, causa revolta e fere aos cartesianos e so’ define um sonho.
      Gosto mais de ‘moto persistente’, que um dia vai parar como param todos dispositivos que se movem e se desgastam.
      Aquilo que vc ve operando na balança de dois pratos – onde o lado mais leve ‘sobe’ – e’ o que acontece em nosso caso.
      A roda superior e’ PASSIVA e tocada/girada pela lagarta que sobe.
      Quando o eixo da roda inferior esta’ ATERRADO, nao esiste outra possibilidade de reaçao, a nao ser o lado + leve subir, buscando equilibrio..
      Obrigado!
      Murilo

        1. Sadly Murilo does not fulfill his obligations when it comes to pay for the work he has contracted, act like a little kid refusing to see the truth, insult people with a rare verbal aggressiveness and threaten to disclose personal and confidential information over the Internet.

          I strongly advise people to stay away from this individual.

          As I see the extend of the achievement he is disclosing all over the web (CAD images but no source file, Half built prototype) I fear that other have fall victim to his behavior.

          If you are one if this, feel free to pm me that was can organize a legal action for fraud in his own country.

        2. What won’t happens before fulfilling first his obligations.

          As Mr Murilo depicts files that he don’ts even own, we are looking for any victims of his fraudulent behavior. You can PM me for that matter

          1. O nome deste camarada e’ Serge Rocha Fonseca, que se diz ”simulador”!
            Trata-se de um daqueles acidentes que se encontram na internet… totalmente furado, chantagista e de mau carater!
            Sem que acabe aquilo que contratamos, ele nunca vai receber minha grana!
            Quem duvidar, basta pagar para ver… B]
            Para quem se interessar em saber mais, basta me escrever.
            Lamentavel!

          2. Socorro!
            Existe um scam super idiota no meu pe’!
            O nome dele e’ Serge Rocha Fonseca, que se diz um simulador… B(
            Endereço?
            O cara esta’ totalmente dissolvido por ai…
            O que e’ dele esta’ bem reservado… B]

  5. Não vou explicar a física de escola.

    http://www.fabricadoprojeto.com.br/wp-content/uploads/2011/01/02.png
    Tal posição de elos de corrente ao lado direito de roda dentada é possível só quando não existe atrito em mecanismo. Então, no mecanismo o atrito não existe.

    http://www.fabricadoprojeto.com.br/wp-content/uploads/2011/01/03.png
    Tal posição de elos de corrente ao lado direito de roda dentada é possível só quando ao extremo direito da corrente está aplicada uma força tirante que equivale ao peço de corrente multiplicado por seno de ânulo entre esta parte de corrente e uma linha horizontal. Se corrente ao lado direito é vertical, tal força tirante tem que ser igual ao peço desta parte de corrente.

    http://www.fabricadoprojeto.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Z3.jpg
    Para que o mecanismo funcione, na roda dentada superior há que ter torque em sentido anti-horário. Os elos de coluna esquerda estão apoiados um contra outro e os todos estão apoiando contra a engrenagem inferior, criando um torque nela em sentido anti-horário. Na engrenagem superior, só os elos que estão em contato com a engrenagem no lado esquerdo podem criar torque em sentido anti-horário; os elos que estão em contato com a engrenagem superior e todo o peso de elos de coluna esquerda criam torque em sentido horário. Então, se por manualmente o mecanismo no estado correspondente ao desenho e depois libertar o mecanismo, os elos na parte superior de coluna esquerda vão correr para parte superior de coluna direita e os elos de parte inferior de coluna esquerda vão correr para parte inferior de coluna esquerda. Não vai “disparar” nada. Vai ocorrer um processo oscilatório, decrescente em caso de baixo atrito.

    1. Viktor,
      desculpe-me pela demora em responder.

      Ja estivemos discutindo em aberto no LinkedIn e vc fugiu do pau!

      Aqui vc tambem se recusa a entender meu mecanismo, onde a roda superior e’ completamente livre e passiva.

      Esta roda superior pode mesmo ser substituida por uma rampa.

      Eu, ou qq outro, com alguma IMAGINAÇAO, poderemos desenhar qq tipo adequado de corrente, ou lagarta. O importante e’ a CONCEPÇAO, Viktor!!!

      Imaginaçao criativa e’ algo que eu tb nao posso ensinar. B∫

  6. Bem, posso estar sendo ingênuo, mas penso que tem de fazer a análise estrutural, como em uma treliça, verificar as forças axiais nas barras, que irão empurrar os pesos, fazendo-os se separar e subir, pelo que eu entendi.

    1. Andre’, oi!
      Esta e’ a parte mais facil.
      A parte que sera’ empurrada possui travas que armam triangulos qd a lagarta se expande, bem no perimetro da roda inferior.
      A armaçao da parte que cai, a concentrada, os vertices de dentro se tocam fisicamente, simulando um unico corpo vertical e pontual na roda.
      Meu problema com o modelo tem sido a roda de ganchos que deixa escapar a lagarta.
      Grato, abraço!
      Murilo

    2. Desculpe-me, mas nem é preciso de muito conhecimento para ver que não funciona. Veja que na roda de baixo sai de 1,5 a 2 vértices (subindo) a cada 1 que entra na roda de cima. Ou seja, tem mais vértices entrando na coluna que sobe do que sairá após os vértices acumulados na roda de cima terminem, a roda de cima está cheia apenas no início, depois de algum tempo elas se separarão até o número de vértices serem iguais na coluna da esquerda e da direita e, então, o movimento cessará, é só questão de esperar este tempo, que se for de movimento livre não deve demorar mais do que alguns segundos.

  7. Calcule a energia gasta para o deslocamento do lado positivo e para o lado negativo (com um mesmo valor de deslocamento)
    Você vai perceber que a energia será a mesma

    Trabalho = Massa x G x Deslocamento vertical

    1. Henrique,
      sim! Se o sistema for deixado livre, o produto de um lado vai anular o outro.
      Mas se o eixo for contido em, por ex., 80%, bem antes de um provavel disparo, surgira’ uma grande torçao no eixo…
      … semelhante ‘a que ocorre no fulcro de uma balança de 2 pratos qd reage sob pesos desiguais.
      Qq movimento sob gravidade apresentara’ importante aceleraçao, o que vale dizer: os potenciais nao sao estaticos e sim ‘força’.
      Obrigado, abraço!
      Murilo

  8. Energia você não gera, é apenas uma moeda de troca! Como Newton demonstrou.
    Todo sistema que você insere uma energia, vai obter o mesmo valor -1 (exemplo: E = E -1) sendo “E” a energia aplicada e “E-1” a energia resultante do sistema. Toda energia ao ser utilizada, parte dela é transformada em outra energia. (exemplo: as lampada – o objetivo é obter energia luminosa(Photons = frequencia eletromagnetica), porém parte da energia (eletricidade) aplicada se converte em energia termica (calor) gerando a perda -1

    Sobre o avalanchedrive é virtualmente impossível, pois o peso é idêntico quando aberto ou fechada a “esteira”.
    Vamos hipoteticamente imaginar que o valor da (“esteira” fechada fosse E+1) mais pesado e o da (“esteira” aberta E) sem peso extra,
    nesse caso daria certo, pois a equação seria Ei=(“lado esteira aberta” E = “lado esteira fechada” E+1)=Ef+1 o que faria o sistema girar.
    Mas isso em um ambiente perfeito sem atrito, pois por mais que se lubrifique o atrito nunca vai chegar a zero. Sendo o atrito o E-1, fazendo a equação ficar equilibrada Ei=(E= E+1) E-1 = Ef . Essa simples equação é a resposta para sua pergunta! Sugiro pesquisar algo voltado ao magnetismo pois as perdas da Energia inicial são menores.

    legenda:

    E= energia
    -1= energia perdida
    +1= energia recebida ou armazenada
    Ei= energia inicial
    Ef= energia final

    Espero ter ajudado!
    Estou a disposição!

    Forte abraço
    Nelson Cintra

    1. Nelson,
      nao… vc AINDA nao ajudou, porque dexou de entender minha concepçao.

      Desculpe-me pelo atraso na resposta.

      Veja esta sua frase:
      ”Vamos hipoteticamente imaginar que o valor da (“esteira” fechada fosse E+1) mais pesado e o da (“esteira” aberta E) sem peso extra,
      nesse caso daria certo, pois a equação seria Ei=(“lado esteira aberta” E = “lado esteira fechada” E+1)=Ef+1 o que faria o sistema girar.”

      Deveria ser facil de ser verificado que as duas colunas potenciais possuem a mesma altura fisica e pesos LINEARES diferentes! – um truque de geometria.

      A mais leve e’ arrastada para cima, porque existe uma derivaçao bem ANTES daquele que seria seu nivel natural, fisico e mecanico.

      Quando a cloluna positiva começar a cair estara’ operando a aceleraçao de ‘g’, que vc bem deve conhecer quanto aos efeitos.

      Ha’ bastante tempo que eu lido com este projeto e sei bem das dificuldades em sua analise, apesar da aparencia simples a absolutamente logica.

      Intuitivamente, um tecnico pode ate’ mesmo pensar num comportamento catenario, coisa que absolutamente nao ocorre.

      Muita gente inclusive do exterior concorda comigo: SO’ MESMO UMA MODELAGEM PARA PROVAR!

      Grato,
      abraço!
      Murilo
      SP 05/out/12

  9. Desenvolvi um aparelho quase igual a esse só que no lugar de metal uso água
    – posso deslocar a água na altura que eu quiser
    – se eu despejar 100 litros de água em uma altura de 200 metro
    – terei um x de energia produzida pela queda da água
    – eu posso repor os 100 litros da água a 200 metros em pouco segundos utilizando só 10% da energia gerada pela queda da água

    – Obs: Só não foi demostrado ao publico por motivo de segurança e dinheiro para produzilo
    Precisamos de patrocinadores

    Por enquanto estamos dedicando na fabricação de adaptadores para economizar mais água e mais higiene para todos, um aparelho que tora todas as torneiras comuns em automáticas sem removelas do lugar e sem uso de energia ou cabo de aço

  10. O simples motivo dessa máquina não funcionar é que, quando a lagarta estica vai subir, a própria gravidade vai comprimi-la. Toda a energia potencial disponível na lagarta comprimida vai comprimir a lagarta esticada, e não chega lá em cima.

    Como você garante que a lagarta sobe esticada?

    1. Thiago, bem?
      Desculpe-me pelo atraso em comentar.
      Antes de ser destravado, todo o sistema eliptico fechado ja esta’ armado e preparado.
      Observe que quando a lagarta vai se abrindo, ou expandindo, existe uma trava, ou peça transversal, que fecha os triangulos.
      Estes triangulos transformam todo aquele lado num tipo de solido de ‘menor densidade aparente’ e/ou com um potencial menor – 50% da coluna oposta, no caso dos desenhos.
      Mande mais!
      Grato!
      Murilo

      1. Bruce e Thiago,
        sim a calha, ou trilho, da subida e’ mesmo mais estreita, mas…
        … o importante mesmo sao AS TRAVAS que fecham os TRIANGULOS quando a lagarta vai começar o contorno da roda.
        Um fato importante e’ que o atraque da lagarta no perimetro da roda ALIVIA estas possiveis perdas de abertura, alem de aplicar na dita roda TODO o potencial positivo.
        Grato, abraço!
        Murilo

        1. Prezado.

          Seu projeto é muito promissor, os problemas existem para torna-los mais valiosos.
          O problema da roldana escapar da lagarta é muito simples. Favor remover as duas lagartas do sistema e inserir canal deslizante com fluxo magnético.
          Trilho superior: fluxo magnético na parte inferior, forçando as roldanas a deslizarem livremente, sentido norte sul.
          Trilho inferior: fluxo magnético na parte inferior, forçando as roldanas a deslizarem livremente, sentido sul norte.

          O s roletes devem percorrer seu trajeto dentro de um canal magnético fazendo que os mesmos se desloquem livremente sem contato lateral.
          Observando seu projeto é notório que os canais esquerda e direita tenham dimensões diferentes, portanto com simples cálculos é possível fazer um bom deslizamento.

          Abç.

          Agostinho Milagres

  11. ENTROPIA ! ! ! ! ! !

    Prezados Garagistas & Interessados pelo AGUAPÉ,

    EU, Missao Tanizaki, considerado como Principal Responsável pela Equipe BR do AGUAPÉ, tenho a lhe informar que aprecio muito os TRABALHOS, como aqueles que são apresentados em sua Página WEB, mas sei que a maioria, senão todos, TRABALHOS relacionados ao Moto Perpétuo não funcionam, mas mesmo assim, tem o seu Lado POSITIVO.

    Todos ELES nos faz RACIOCINAR com bastante PROFUNDIDADE e isso é Muito Bom para o nosso Desenvolvimento Mental.

    EU, em uma oportunidade, já acessei um TRABALHO, semelhante a esse, mas com base em Hidráulica, salvo engano, o Autor era um Boliviano ou Colombiano. No TRABALHO o seu Autor utilizava um Corrente / Correia ao qual fixava uma série de Conchas / Canecos – após uma análise conclui que não poderia funcionar como imaginava o referido Autor.

    No seu TRABALHO pude perceber, já na primeira figura, que a Coluna Esquerda = Coluna da Direita + ENERGIA (ENTROPIA), com isso conclui que o suposto “Moto Perpétuo” não funciona.

    NOTA: “Quando Sonhamos SOZINHOS é só um SONHO, mas quando Sonhamos JUNTOS é o início de uma Nova Realidade” (D. Helder Câmara) – apresente as suas MANIFESTAÇÕES (Críticas, Sugestões, ETC.), utilizando o Endereço Eletrônico: missao.tanizaki@gmail.com, certo que muitos na Sociedade Brasileira, inclusive a Equipe BR do A G U A P É, te agradeçerão.

    LEMBRETE: um dia nos APOSENTAMOS dos Trabalhos que garantem o Pão Nosso de Cada Dia, mas muitos Trabalhos Nobres estão aguardando por nossa AJUDA – Desenvolver os referidos Trabalhos Nobres faz parte dos Nossos DEVERES / OBRIGAÇÕES NOBRES e são BÁSICOS para nos manter FELIZ no Dia a Dia ! ! ! ! ! !

    Um Abraço Fraterno aos Interessados pelo A G U A P É,

    MISSAO TANIZAKI
    Servidor Público Federal
    Bacharel em Química
    missao.tanizaki@gmail.com (Usual)
    missaotanizaki@yahoo.com.br (Alternativo)
    OSCIPE (*) – Equipe BR do A G U A P É
    TUDO POR UM BRASIL & MUNDO MELHOR

    (*) REF.: Definições do SEBRAE

  12. Prezado, conceito muito interessante formando um complexo sob leis simples. Como todo principio, nada que um protótipo tire nossas duvidas, e baseado nos resultados, a lapidação através de feedbacks que nos provarão a viabilidade do projeto na sua aplicação, como tendencia de todas grandes descobertas. No caso da geração de energia, trivial a humanidade sob um sistema simplificado.No entanto, tecnicamente o momento de um lado é superior que o outro lado, a modo que seja maior que a gravidade e o atrito, assim torne o sistema rotativo,convertendo a energia mecânica gerada no movimento em corrente elétrica. É mais ou menos isso? Grato de vossa certa e gentil atenção.

    1. Bruno,
      obrigado pelas suas palavras!!

      Vejo que vc entendeu 100% do meu projeto, inclusive sua provavel aplicaçao… tanto que ha’ muito pouco que eu possa acrescentar agora.

      Geralmente me cobram muita argumentaçao, coisas que tenho aos montes! 8)

      Trata-se de um mecanismo de ‘queda persistente’! Fica mais facil dar este nome.

      As possibilidades ESTATISTICAS sao inferiores a 0,0001% de dar certo, mas a LOGICA MECANICA nos mostra 1000% de funcionalidade!

      Estou precisando de uma modelagem e simulaçao por computador… vc tel alguma ideia?

      Este projeto trata de algo que foi concebido para ser de dominio publico! Usa quem quiser, mas nao vale tentar registrar!
      Abraço!
      Murilo

  13. Isto é apenas mais um moto continuo…. Quando vc pensa neste modelo de maneira estática vc perde todos as bases de energia e movimento. Basta um calculo que leve em conta velocidade, aceleração e desaceleração mais os fatores de gravidade que o modelo vai indicar que não funciona. Portanto o erro é calcular como estático uma coisa que vai se movimentar. A primeira pergunta é o que é força? força é massa x aceleração, então o conjunto quando abre a direita precisa de energia para acelerar e mais energia para vencer a força gravitacional, esta força quando chega no alto se transforma em energia potencial que é em termos genericos é a mesma que o objeto gera para descer e desacelerar, portanto a energia é igual, portanto temos um empate, se teu mecanismo gastar 0,000000 newton ele para.

    1. Afonso,
      grato pela sua apreciaçao!
      Mas, puxa! Vc esta’ sendo muito simplista!
      Se de forma estatica o conjunto ja ”promete”, movimentando ele encontra aceleraçao de ”g” e suas leis dinamicas inescapaveis.
      E que tal se vc comparar as colunas a duas molas desiguais e contrapostas? Ou a dois pistoes?
      Sera’ que nada vai acontecer de um lado pra outro?
      Gentileza dar uma lida no que ja foi conversado aqui!
      Vc acha que devo abandonar isso da maneira que esta’? Sem nem um modelozinho? 8)
      Abraço! M

  14. Genial!
    Não entendo nada de engenharia, mas analisando uma das figuram entendi completamente, acredito que funciona sim, como alguns disseram o atrito pode influenciar!

    Abraços.

    1. Hick,
      obrigado!
      Nao fica dificil ver que os principais atritos ATIVOS estao DESVINCULADOS do valor principal acumulado na coluna ‘contraida’.
      Como foi dito antes, o maior peso, ou potencial, cai todo num ponto no perimetro da roda.
      Isto permite que (se necessario) o peso possa ser aumentado sem elevaçao das perdas pelo atrito ativo, muito semelhante ao de dobradiças, abrindo e fechando.
      (o desatraque dos vertices saindo dos ganchos nao e’ algo tambem muito mecanicamente dramatico em termos de perdas.)
      abr/M.

  15. Legal sua ideia, porem tenho algumas duvidas…

    Na natureza tudo tende a chegar ao equilibrio, ou seja, ao estado de consome menos energia.
    Se seguirmos seu raciocinio a coluna da esquerda vai ter mais peso que a da direita fazendo o sistema girar… se assim considerarmos tudo bem.
    Porem não entendi algo, se a gravidade atua para baixo em todos os sentidos (direita e esquerda) como que o sistema ira girar? Desequilibrio de pesos?? Mas oque vai causar esse desequilibrio?
    Na minha opinião, os pesos iram se equilibrarem em ambos os lados! Ou seja, a parte inferior das colunas vai ter os pesos todos “fechados” enquanto a parte superior vai ter os pesos todos “abertos” fazendo o sistema não rodar.
    Ira fazer o mesmo efeito de um pendulo quanto soltado a uma altura, ira perdendo velocidade até parar na parte inferior.

    Esse principio é o mesmo de muitos moto-perpetuos ‘a roda desbalanceada’ acredito que não funcione, e mesmo que funcionar fazer isso gerar energia é algo ainda mais complicado.

    Mas a ideia é interessante, espero que funcione mas considere essas questões e tente contorna-las para seu projeto funcionar.

    1. Nereu,
      pelo seu texto, vc conseguiu ver bem que duas forças, ou potenciais, diferentes e na vertical conseguem se ‘armar’, como se fosse um arco invertido e estavel.
      Mas… veja o que foi dito ontem p/o Roman: se os potenciais sao aplicados, ou contrapostos no perimetro da roda – com mancal fixo -, a coisa muda e o + pesado vai cair fisicamente, elevando o nivel da coluna expandida.
      Vc concorda com isso?

      1. Mas oque vai garantir que a coluna pesada seja sempre a da esquerda?? Na minha opnião depois de algumas ‘voltas’ as duas colunas teram o mesmo peso e iram parar… Fisicamente, isso é o mais provavel de acontecer….

        1. Nereu,
          na medida em que a lagarta vai sendo revertida e aberta pela queda, seus vertices serao travados e treliçados em triangulos. (veja as travas.)
          So pode haver um tipo fluxo, o do + pesado para o + leve.
          Os trilhos verticais ja sao adequados para a lagarta contraida, + larga, e lagarta expandida, + estreita.
          Antes de qualquer ‘partida’, todo o sistema estara’ completo e montado conforme o projeto.
          Existe um croquis com parte do circuito, em ‘U’, que facilita o entendimento do comportamento de ‘troca’. O + pesado cai e o leve e expandido sobe.
          A reposiçao so pode ser ‘vista’ no circuito completo, eliptico.
          Abraço.
          M.

  16. Em momento algum estarei desprezando qualquer idéia que seja!

    Pode ser um belo desafio na teoria. Na prática não funciona.
    Estão sendo desprezadas forças triviais da física. Atrito e propriamente a gravidade!
    Atrito nas mancalizações de todos os “nós” e das duas rodas. Só nessa consideração já não se faria necessária a “carga” no eixo da roda dentada para “travar” o sistema!
    A gravidade na “teoria” descrita, atua somente na descida? E na subida não?

    Tchê! Sinceramente eu acho que o autor ainda está atrás do “moto-perpétuo”.
    Lavoisier, o cara que com três balanças separou a química da alquimia disse: Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma! Então, na minha singela opinião, sem adição de energia, o sistema é falho!

    Roman

    1. Roman,
      obrigado pela sua apreciaçao, mas se eu fosse vc eu daria mais uma olhada, inclusive nos outros comentarios, abaixo.
      Afirmo que GRAVIDADE e’ uma coisa, que possui suas leis proprias, mas segue sendo algo. No meu caso eu digo q/se trata de modificaçao volumetrica e q/o peso e’ apenas uma das consequencias (basica) desta variaçao, ou se quiser, manipulaçao.
      O atrito, ou contato das ‘mancalizaçoes’ e’ na realidade PARTE importante porque, como ja’ disse, ele ARMA o sistema e as colunas agem como solidas e bem estruturadas.
      Se vc pensar no mancal da roda como um fulcro e as cargas principais como estando em dois raios opostos, cada um com um peso, vc vai ver q/tudo se parece muito com uma balaça de 2 braços… o + pesado cai e o + leve sobe PARA UM NIVEL FISICO SUPERIOR. Simples… + simples impossivel!
      abr/M.

      1. Nada de novo, as rodas de água funcionam sobre o mesmo sistema, só houve uma troca de causa atuante, porém ambas as idéias usam a relação peso e gravidade. A adição de mais um elemento potencializando a força gravitacional daria maior eficácia ao sistema, esse elemento poderia ser um sistema de ímãs.

        1. Laercio,
          acho que uma adiçao de mais energia nao sera’ necessaria para reforçar o resultado.
          TALVEZ um recurso adicional EXTERNO seja necessario mas para algum tipo acionamento – travas, p.ex.
          Veja bem, ate’ agora nao falamos de ACELERAÇAO de ‘g’! 8)
          abr/M

  17. Me fez lembrar uma luminaria de oleo. Dois fluidos que nao se misturam e de densidades diferentes. O que esta por baixo, ao se aquecer por estar perto da lampada, expande e sobe. Quando chega na superficie, se refria e despenca rumo a lampada novamente, infinitamente ate que alguém desligue a lampada.

    Nas luminaria cedemos energia (termica) ao sistema e poderiamos, com bastante abstracao, tirar energia mecanica.

    Sua ideia parece muito boa. Mas acredito que seria necessario dispensar um pouco de energia externa para manter o ciclo. Creio que o atrito contribuiria para o sistema parar, pois ele seria diferente nas colunas positivas e negativas. Me parece que sera necessario colocar uma “lampada” para compensar o atrito.
    Parabens!

    1. Ederson, vejo que vc tb entendeu.
      Nao podemos dizer que os elementos que se tocam, armando as colunas estejam em atrito, ou algo que custe energia. Eles estao simplesmente armados e confinados, ‘estaticos’.
      O atrito que vai ‘custar’ e’ aquele dos vertices que estao abrindo e/ou fechando como dobradiças, e o que pode surgir da transferencia ou engate / desengate.
      Vc pode ver que os atritos acima estao desvinculados das massas aplicadas nas colunas, que acabam sendo suportadas no perimetro da roda de ganchos!
      ( isto e’ muito importante p/o conjunto completo!)

      1. Murilo, de fato é muito interessante. Acredito ser possível sim. Sou entusiasta e estou ansioso para ver o próximo protótipo comprovando teorias existentes ou transformando-as em mito.
        Tenho certeza que está tendo muitas felecidades nesta empreitada.
        Parabéns!

        1. Ederson, o mito ja existe em mim ha um bom tempo!
          Quero VER a coisa funcionar e isto se torna algo bastante longe da felicidade, apesar do ego estar sim meio satisfeito.
          abr/M.

          1. Murilo, o que falta ainda para montar um protótipo? Uma “prototipagem rápida” ajudaria? De repente apenas as molas e “alteres” teriam que ser reais. As dimensões do protóptipo poderiam estar ajustadas para dimensões de molas e “alteres” comerciais. É que estou curioso, ou ansioso (rsrsrss…)

            Até!
            Ederson

          2. Ederson,
            xi… nao tenho molas em meu projeto!
            Tb estou ansioso, claro.
            Um modelo fisico, pelo menos para mim, e’ algo muito dificil mesmo.
            Tenho lutado com um e sem bem como e’!
            O melhor e + rapido resultado sera’ mesmo uma simulaçao.
            Vamos ver se resolvo com o Cristiano.
            Abraço! M.

          3. Xi… mesmo… Pensei que fosse ter molas nas articulações, a fim de garantir/facilitar o travamaneto no momento da expansão.

          4. Ederson,
            o que existe sao ‘travas’ que acionadas pelo proprio peso, formam treliças ou triangulos de ~30º, que ficam abertos e armados ate’ chegar o ‘grande momento’. 8)
            Abr/M.

    1. Da maneira que o projeto está proposto, seria necessária a “queda” de 2 segmentos da coluna positiva (ou descendente) para a recuperação de 1 segmento da coluna negativa (ascendente).

      1. Mario, outra opçao para sua observaçao pode ser a REPOSIÇAO feita com uma velocidade proporcionalmente maior, 1:2, por exemplo. Quero dizer que a recuperaçao e’ 2:2, pq a velocidade e’ dupla, neste caso.
        Eu nunca uso em meu trabalho a expressao MC, pq ela faz parte das paranoias tanto dos projetistas quanto dos criticos cartesianos.
        Uma expressao que eu gosto e’ MOVIMENTO PERSISTENTE.
        Gostei de ver q/vc entendeu.

          1. Mario, eu sabia que vc iria levantar esta bola… gostei! 8)
            Veja bem: a coluna mais densa exerce com os vertices internos empilhados uma carga pontual no perimetro – ou gancho – da roda.
            Depois do atraque, no começo da reversao, os vertices externos começam a se separar, a se abrir ate um angulo ~30º, recebendo a trava… (= uma dobradiça)
            Vc vera’ que agora existem duas velocidades angulares, uma interna e a outra externa… esta ultima exatamente a proporcional velocidade de reposiçao.
            Isto sem forçar e naturalmente…
            abr/M.

  18. Neste protótipo o sr está considerando a geração de energia, um principio que ate agora não existe.
    Com relação ao seu sistema, não vou desacreditar o sr., mas eu só acredito quando eu ver um protótipo funcionando. Ate então, boa sorte!

  19. Muito legal,

    Nada é impossível ….

    em que software vc desenhou? dá pra simular gravidade no solidworks .. jah consegui fazer algumas coisas interessantes … so pra ter uma base …

    abraçooo…

    1. Bruce,
      fico satisfeito de saber de mais um que gostou e que admite que ‘nada e’ impossivel’!
      Sabemos que muita coisa neste mundo veio deste tipo de atitude indisciplinada e energica.
      Um pessoal profissional de solidworks – em 2005 – ja’ tentou mas nao conseguiu simular o efeito ‘g’.
      A pessoa que me ajudou nos CAD q/vc esta’ vendo disse que os seus arquivos poderao tb ajudar.
      Abraço!

        1. Cristiano,
          nao ha’ nada que eu queira mais do que uma simulaçao!
          Ha’ anos estou ‘lutando’ com um modelo fisico, onde qq modificaçao ou ajuste pode levar muitos meses.
          Tenho certeza de que, especialmente nestes casos, uma modelagem e’ indispensavel!
          Muito obrigado pelo seu apoio.
          Aguarde minha msg ainda hoje.
          abr/M

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